sábado, 28 de junho de 2008
RAKS AL SHAMADAN - (DANÇA DO CANDELABRO)

Este estilo de dança fazia parte das celebrações de casamento e nascimento.
A bailarina conduzia o cortejo do casamento levando um candelabro, na cabeça. Desta maneira, o povo acreditava que ela podia iluminar o caminho dos noivos, e trazer felicidade para eles.
O CANDELABRO
O candelabro pode ser de 7, 9, 13 ou até mesmo de 17 velas, ou a critério de cada bailarina. As velas podem ser brancas ou velas coloridas. Normalmente as bailarinas dançam com véu por baixo do candelabro ou preso a roupa.
A ROUPA
É costume ser toda preta ou branca. Porém, nada impede que você dance com roupa de outras cores. O ideal é que a roupa seja com o ventre coberto. Hoje é comum que a bailarina apresente a dança do candelabro, no começo de seus shows.
domingo, 22 de junho de 2008
DANÇA COM BASTÃO

DANÇA COM BASTÃO
É uma dança folclórica masculina chamada Tahtib, dos tempos antigos das aldeias de Said, região do Alto Egito, quando os pastores dançavam com alegria onde eram simuladas lutas, em uma espécie de competição, depois do trabalho, com suas mulheres e sua família. Os pastores e seus bastões ou bengalas, sempre se alegravam em volta da fogueira, dançando com seu instrumento, representando sua energia, seus bens. Em algumas aldeias, por tradição antiga, seus lideres e sua família, talhavam em seus bastões a historia de sua linhagem, e quando dançavam também dançavam a gloria e as conquistas de sua família.
Foi adaptada pelas bailarinas que se apresentam usando bengalas ou bastões e demonstram toda sua habilidade girando o bastão de várias formas sempre com muito charme e delicadeza.
A VESTIMENTA
O traje mais adequado é o vestido cobrindo o ventre. Como acessórios usa-se moeda e chalés e adereços de medalhas também para a cabeça.
A DANÇA
- Rodar o bastão com os dedos, à frente do corpo. Em frente aos olhos.
- Girar o bastão lateralmente ao seu corpo (em ambos sentidos)
- Girar o bastão frontalmente ao corpo, em sentido horário.
- Girar o bastão acima da cabeça em sentido anti-horário.
- Girar o bastão alternadamente nas laterais direita e esquerda.
- Apoiar o bastão verticalmente no chão, sendo que a parte curva do mesmo, esta na mão que a segura.
- Chutar o bastão e levá-lo ate o ombro.
- Rodar o corpo com o mesmo no ombro.
- Usar todos os movimentos solares, intercalando com os lunares, menos freqüentes.
Os movimentos da dança do bastão representam a festa dos pastores. Transmite força, beleza, domínio e sensualidade.
A MÚSICA
Said música folclórica egípcia ritmo alegre com batidas especificas.
ANIVERSÁRIO
Foi bem legal
Teremos a niversário da Flavia na quarta.
Beeeijos
domingo, 15 de junho de 2008
A LÍNGUA ÁRABE

Beeijos
O Alfabeto árabe
Letra
ü Nome
ü Letra ocidental associada
ü Exemplo de utilização
Alif
a, u, i
Arnab (coelho)
Bá
b
Bait (casa)
Tá
t
Tej (coroa)
Tha
th
Thamar (fruta, fruto)
Jim
j, g (dependendo da região)
Jaras (sino)
Ha
h em inglês, gutural
Habib (amor)
Khê
kh , ch em alemão (como em hoch), r escarrado
Khubz (pão)
Dal
d
Duraq (pêssego)
Zel
z com a lingua entre os dentes
Diab (lobo)
Rá
r como em barato
Rajul (homem)
Zai
z
Zait (azeite)
Sin
s
Se'at (hora, relógio)
Shin
ch, x
Chams (sol)
Sad
s mais forte
Sabáh (manhã)
Dad
d mais forte
Daif (hóspede)
Tah
t mais forte
Talib (estudante)
Zah
z palatal dental
Zuhr (meio-dia)
(não existente em outra língua) a gutural
Aziza (querida)
Guein
g bem gutural (quase como um rr no fundo da garganta)
Gharam (paixão)
Fê
f
Fakir (explêndido,magnífico)
Qof
q quase que
impronunciado (tipo ôf)
Qalam (lápis)
Keaf
k
Kiteb (livro)
Lam
l
Laban (coalhada)
Mim
m
Miftéh (chave)
Nun
n
Najma (estrela)
Hê
h como em carregar
Haram (pirâmide)
Uau=U
w
Warda (rosa)
Iá
y
Yasimin (jasmin)
Não existem na língua árabe fonemas que se correspondam às letras P, V e G (com o som correspondente ao G da palavra "gato"). É devido a este motivo que nossos amigos dizem "brimo" em vez de "primo" (eles procuram o som mais semelhante ao "P" entre as letras árabes, que é o "B").
Foram criadas três letras adicionais para representar estes fonemas, para serem utilizadas nas palavras estrangeiras. No árabe clássico, a letra Jim corresponde ao som da nossa letra J. Porém em algumas regiões, como no Egito, esta letra é pronunciada com som de G.
Além das 28 letras tradicionais, mais as 3 letras criadas para representar o P, o V e o G, existe também o LemAlef, que é a junção das letras Lem e Alef.
Todas as letras árabes são consoantes. Dentro de uma palavra a letra poderá ter som mudo (quando ela for acompanhada do sinal Sukun), som combinado à vogal a (quando a letra for acompanhada do sinal Fatha), som combinado à vogal u (quando a letra for acompanhada do sinal Damme), e som combinado à vogal i (quando a letra for acompanhada do sinal Kassra). A letra poderá ainda ter o seu som dobrado, quando vier acompanhada do sinal Chadde.
Alimentos
Alface-Khass (Al-Khass)
Alfavaca - Habaqa (Al-Habaqa)
Alho - Tum
Almôndega- Bundqa (Al-Bundqa)
Arroz - Aruzz
Azeite - Zait (A-Zait)
Café (pó) - Bunn
Café (da manhã) -Taruíqa
Cerveja - Bira
Números
2 - Itnan
3 - Talatha
4 - Arba'a
5 - Khamsa
6 - Sitta
7 - Saba'a
8 - Tamanya
9 - Tisa
10 - Ashra
20 - Ishron
30 - Talatona
40 - Arba'ona
50 - Khamsun
60 - Sittun
70 - Sab'un
80 - Tamanun
90 - Tis'un
100 - Mi'a
101 - Meia wa wahid
200 - Mitayn
300 - tholthumeia
400 - robamaia
1000 - Alf
domingo, 8 de junho de 2008
CÓDIGO DE ÉTICA DA DANÇA DO VENTRE

O Código foi elaborado a partir da iniciativa de Shalimar Mattar, editora do jornal "Oriente, Encanto e Magia", com o objetivo de organizar e valorizar a dança do ventre no Brasil.
É resultado do trabalho conjunto que contou com a participação de 439 praticantes da dança do ventre (amadoras e profissionais) durante um período de 10 meses de trabalhos. E este é o resultado que foi publicado 03/03/2002 durante o "1º Simpósio de Dança do Ventre" realizado no Estado São Paulo.
A dança do ventre é uma expressão artística e, como tal, deve ser difundida. Cabe às profissionais da área zelar pelo seu conceito, mantendo assim, os padrões de elegância que a envolvem e não permitindo sua vulgarização.
Para exercer suas funções com dignidade, as profissionais da área devem receber remuneração justa pelos serviços artísticos ou didáticos prestados.
É considerada conduta antiética a prática de concorrência desleal com outras profissionais da área (bailarinas ou professoras).
A professora tem a função de ensinar e orientar pacientemente, sempre zelando, em primeiro lugar, pela saúde e bem-estar de suas alunas, e respeitando as limitações de cada uma.
• A todas as professoras é dada orientação que seus currículos estejam à disposição das alunas.
• É importante que a professora realize anualmente avaliações opcionais com suas alunas, as quais terão à disposição informações preciosas para a evolução de seu aprendizado.
• A dedicação ao ensino deve ser direcionada para o conhecimento de suas alunas e não como instrumento de vaidade pessoal para a promoção da professora.
• A professora deve exercer seu trabalho livre de toda e qualquer discriminação, motivando e respeitando suas alunas, independentemente de características físicas ou faixa etária, lembrando que esta é uma atividade que deve ser direcionada visando ao bem-estar e equilíbrio físico, mental e emocional. Portanto, não podem ser exigidos padrões estéticos que diferenciem ou discriminem qualquer uma delas.
• Para aptidão ao magistério da dança do ventre considera-se satisfatório um período mínimo de 4 anos de estudos na área, com aperfeiçoamento em didática e conhecimentos de Anatomia, Cinesiologia e Biomecânica que possibilitem segurança na realização de um trabalho corporal consciente. O tempo de estudo pode ser reconsiderado a partir de cursos realizados anteriormente, como Balé Clássico, Educação Física ou Faculdade de Dança.
• A professora de dança do ventre deve buscar aprimoramento e atualização constantemente.
• A professora deve cumprir a programação e o cronograma de cursos oferecidos ou divulgados a suas alunas.
• Todas as alunas merecem igual atenção de sua professora, a qual não deve fazer qualquer distinção entre elas.
• A professora deve ser especialmente honesta quanto aos seus conhecimentos, buscando respostas corretas para esclarecimento de suas alunas. Todas as informações pertinentes ao curso que se dispõe a ministrar devem ser transmitidas com clareza e honestidade, visando ao efetivo aprendizado de suas alunas.
• Como a dança do ventre tem origens muito remotas e informações de difícil acesso, esta questão deve ser sempre esclarecida a priori, para se evitar a divulgação de histórias fictícias que resultem em prejuízo à sua imagem e evolução.
• A professora não deve estimular competitividade negativa entre suas alunas ou com outros grupos.
A professora deve ter respeito e consideração com as demais profissionais da área, preservando um ambiente de relacionamento sadio que possa acrescentar ao desenvolvimento de todo o segmento, não utilizando a sala de aula como espaço para demonstrar rivalidades pessoais ou denegrir a imagem dos demais profissionais da área em pról de sua promoção.
• Apresentar coreografias de outras profissionais sem prévia autorização, bem como omitir o nome da responsável por sua criação.
• Coibir a participação de alunas em workshops e cursos que possam acrescentar elementos ao desenvolvimento e aprendizado.
• Apresentar currículos com informações fictícias referentes ao aprendizado e experiência. Recomenda-se que, em se tratando de cursos e workshops, sempre se solicite certificado de participação.
No Brasil, até a presente data, são consideradas bailarinas de dança do ventre todas aquelas que, possuindo o conhecimento e experiência necessária, prestem serviços artísticos profissionais (shows) mediante cachê.
• Cabe à bailarina profissional cumprir todas as cláusulas acertadas em contrato para prestação de serviços artísticos junto ao seu contratante.
• A bailarina profissional de dança do ventre deve zelar pela imagem moral da categoria que representa:
a) mantendo relacionamento de respeito e elegância junto ao seu público e contratante.
b) trajando-se de forma adequada aos padrões da categoria durante suas apresentações.
Quando assistir à apresentação de outra bailarina e/ou alunas, dedicar o devido respeito e atenção.
• Quando estiver realizando apresentação em conjunto, seja solidária e direcione o trabalho com espírito de equipe e união.
• Ter consciência de que cada profissional possui um estilo próprio que a diferencia e, assim, saber apreciar a admirar com humildade as variadas formas de expressar a arte.
• Respeitar o local de trabalho de outras profissionais
São consideradas atitudes antiéticas
Atravessar ou interferir em contato de trabalho de outra profissional estando ciente deste fato.
• Distribuir material de propaganda pessoal durante serviços contratados por meio de outra bailarina.
• Criticar o desempenho ou denegrir a imagem de outra profissional junto ao público contratante ou demais colegas da área.
• Transformar uma apresentação coletiva em disputa pessoal de vaidade, interferindo na qualidade do trabalho apresentado.
A forma como uma professora e bailarina se referem à sua (s) mestra (s) é um exemplo que será seguido por suas alunas amanhã. Quem não respeita seu mestre não valoriza a arte.
• Recomenda-se sempre avaliação médica antes do início das atividades, como em qualquer atividade física.
As responsáveis pela elaboração do Código de Ética desejam que a união a humildade, seriedade o respeito e o amor à arte da dança do ventre estejam acima de qualquer diferença pessoal ou qualquer disputa. E VIVA A DANÇA DO VENTRE!!!!
domingo, 1 de junho de 2008
LIVROS SOBRE DANÇA DO VENTRE

Alguns livros que recomendo para estudar e conhercer um pouco mais sobre a dança do ventre e como trabalhar com ela.
- Dança do Ventre - Ciência e Arte (Patrícia Bencardini - Ed. Texto Novo)
- Resgatando a Feminilidade - Expressão e Consciência Corporal através da Dança do Ventre - Shahrazad
- Dança do Ventre: Da energia ao movimento - kilma Farias - Ed. Universitária/UFPB
- A Dança da Libertação - Cláudia Cenci - Ed. Vitória Régia
É so comprar e conhecer a arte que nos fascina. Domingo darei mais dicas de livros
Beeeijos